Marie Sophie Elisabeth von der Pfalz Königin von Portugal/Maria Sofia Isabel de Neuburgo

Sie wurde geboren am 6. August 1666 auf Schloss Benrath in Düsseldorf und starb am 4. August 1699 in Lissabon.

Marie Sophie wurde als Tochter des Kurfürsten Philipp Wilhelm von der Pfalz (1615–1690) aus dessen zweiter Ehe mit Elisabeth Amalie (1635–1709), Tochter des Landgrafen Georg II. von Hessen-Darmstadt geboren.

Die religiöse Ausbildung der Prinzessin oblag einem Jesuiten.

Sie hatte sechzehn Geschwister, darunter die Kurfürsten von der Pfalz Johann Wilhelm.

In Ermangelung an habsburgischen Prinzessinnen in jener Zeit, nahmen die Neuburger Schwägerinnen die Rollen der Platzhalter ein, wenn es darum ging, den althergebrachten Verbindungen Habsburgs mit Spanien und Portugal neues Leben zu verleihen.

Sie heiratete per procuram am 2. Juli 1687 in Heidelberg als dessen zweite Gemahlin König Peter II. von Portugal (1648–1706).

Das geforderte Heiratsgut von 100.000 Gulden konnte Marie Sophies Vater nicht aufbringen; er gab die Angelegenheit in die Hände seines Sohnes.

Die umfangreichen Reisekosten Marie Sophies bestritt ihr Bruder Johann Wilhelm.

Die eigentliche Trauung wurde am 30. August im Dom von Lissabon vollzogen.

Während ihrer Zeit als portugiesische Königin trat sie politisch eigentlich nur einmal in Erscheinung, als sie erfolglos gegen einen Beschluss vorging, der die Weigerung beinhaltete, ihren Bruder Ludwig Anton in Lissabon zu empfangen.

Ludwig Anton hatte seine Schwester Maria Anna zu ihrer Vermählung nach Spanien begleitet und erhielt dabei eine Einladung seiner Schwester nach Lissabon. In Coimbra angekommen, erhielt er die Nachricht, dass er nicht in Lissabon empfangen werde, da Peter II. auch nicht zur Hochzeit Maria Annas in Madrid eingeladen worden war.

Sie starb am 4. August 1699 zwei Tage vor ihrem 33. Geburtstag “abends 6 Uhr” und wurde im Kloster São Vicente de Fora in Lissabon bestattet.Maria Sofia Isabel de Neuburgo nasceu no Palácio Benrath, a poucos quilómetros do centro de Düsseldorf, a 6 de Agosto de 1666 — e faleceu em Lisboa, no Paço da Ribeira, desaparecido com o terramoto de 1755, a 4 de Agosto de 1699. Foi a segunda mulher de D. Pedro II. Era filha do eleitor palatino do Reno, Filipe Guilherme, conde soberano de Neuburgo, chefe de um segundo ramo da casa reinante da Baviera, os Wittelsbach, e de sua segunda mulher, Isabel Amália de Hesse-Darmstadt. A escolha desta princesa Wittelsbach para futura rainha de Portugal deveu-se simplesmente ao renome, entre as cortes europeias, da extraordinária fertilidade de seus pais, podendo assim assegurar uma rápida e abundante sucessão na Coroa portuguesa, muito preocupada com a debilidade da princesa D. Isabel Luisa Josefa, filha única do rei D. Pedro II do seu primeiro casamento.

D. Maria Sofia teve 23 irmäos, tendo sobrevivido saudavelmente dezassete. Luís XIV, desejando manter em Lisboa uma rainha francesa, sugerira Mademoiselle de Bourbon, entre outras princesas a ele ligadas, para noiva de D. Pedro, tendo, segundo a historiografia inglesa, ficado muito contrariado com o insucesso do seu projecto; pois no final venceu D. Maria Sofia não só pelo renome de fertilidade da sua família, como pelas informações mandadas ao Rei por António de Freitas Branco, encarregado de ver pessoalmente as duas princesas a fim de melhor informar o soberano.

O contrato de casamento foi assinado em 22 de Maio de 1687. Casando por procuração, a futura rainha recebeu do Eleitor Palatino seu pai 100.000 florins de dote, tal como as suas irmãs a imperatriz, a duquesa de Parma, e mais tarde a futura rainha de Espanha.

A princesa D. Maria Sofia casou em 2 de julho de 1687 na capela eleitoral de Heidelberg, por procuração. Em Brila embarcou D. Maria Sofia de Neuburgo num navio inglês, que Jaime II, cunhado de seu marido, pôs à sua disposição, sendo escoltada por uma esquadra comandada pelo Duque de Grafton, filho do rei Carlos II, com quem vinha o Príncipe Fitz James, e alguns lordes. A armada arribou a Plymouth, chegando a Lisboa a 12 de agosto de 1687, fundeando pelo meio-dia.

A Rainha teve dissidências com a cunhada D. Catarina de Bragança, rainha viúva de Inglaterra, então residente na corte de Lisboa, por questões de etiqueta e de precedências, sempre tão graves no século XVII. Fundou em Beja um colégio para os religiosos franciscanos, que dotou com rendimentos. Faleceu cedo, vítima de ataque de erisipela no rosto e a cabeça. Foi sepultada envolta no hábito de São Francisco no Panteão Real em São Vicente de Fora. Esteve casada 12 anos e teve sete filhos. Morreu aos 33 anos.